Bursite e Tendinite do Ombro

A dor no ombro é uma situação tão comum, que até 70% das pessoas terão este tipo de dor ao menos uma vez ao longo das suas vidas. Entre as várias causas possíveis de dor no ombro, a bursite do ombro, também chamada de bursite subacromial é uma das mais comuns.

Bursite é o nome que damos à inflamação da bursa, também conhecida como bolsa sinovial, que é uma pequena bolsa cheia de líquido que age como um amortecedor, diminuindo o atrito entre músculos, tendões e ossos ao redor das articulações.

O ombro é uma das articulações mais complexas do nosso esqueleto, sendo formado por três ossos e vários músculos, tendões e ligamentos.

Com o agravamento da dor, o paciente começa a limitar os seus movimentos com o braço. Coçar as costas, vestir um casaco, fechar o zíper de um vestido, fechar o sutiã ou levantar o braço acima da cabeça tornam-se atitudes muito dolorosas.

O diagnóstico da bursite no ombro e da síndrome do impacto é habitualmente feito após avaliação conjunta da história clínica, do exame físico e de exames de imagens.

Tratamento

O tratamento inicial da bursite subacromial consiste em repouso, aplicação de gelo local e controle da dor com analgésicos e anti-inflamatórios.

Após o controle da dor, a fisioterapia pode ser indicada, para que o paciente restabeleça sua força muscular e amplitude dos movimento do ombro.

Nos raros casos de bursite crônica que não respondem a nenhum tipo de tratamento, a cirurgia para remoção da bursa pode ser a solução.

Prevenção da bursite no ombro

Após o efetivo tratamento da bursite no ombro, algumas medidas podem ser implementadas para diminuir o risco de recorrência:

  • Atividade física orientada por profissional para fortalecimento da musculatura.
  • Alongamentos com orientação profissional.
  • Evitar tarefas que exijam movimentos repetitivos do ombro durante muito tempo.
  • Se não for possível evitar tarefas que sobrecarreguem os ombros, procure ao menos fazer algumas pausas durante o dia.
  • Usar as duas mãos para segurar ferramentas ou objetos pesados.
  • Não ficar com o ombro imobilizado por longos períodos de tempo.
  • Procurar manter um boa postura ao longo do dia, principalmente durante o trabalho.

  • O Pilates na reabilitação! Isso porque seus exercícios restauram a força e o condicionamento do corpo, melhorando o quadro clínico de diversas patologias.
  • Por isso, o Método é muito importante no tratamento das patologias do ombro, pois seus movimentos fortalecem e estabilizam a área afetada melhorando as dores e reabilitando a articulação.
  • Além disso, o Pilates também promove flexibilidade, equilíbrio muscular e ainda previne as futuras lesões que podem acometer o ombro, ajudando na sua funcionalidade.
  • Sendo assim, ele é muito benéfico para aqueles que praticam com o intuito de reabilitar as lesões no ombro.

 

Cleci Rojanski (crefito 101525)

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Tendinite da Pata de Ganso

O conjunto dos tendões de três músculos na região do joelho (sartório, grácil e semitendinoso) é chamado de “pata de ganso” em associação a sua aparência, que lembra a pata da ave. Esses músculos fazem a flexão do joelho e o protegem contra o estresse em rotação e em valgo (desvio do joelho para dentro).

Além da inflamação dos tendões pode ocorrer também uma bursite no local e um pequeno inchaço após atividades físicas. Corredores com essa tendinite sentem dor principalmente nos movimentos de flexão do joelho, ao subir e descer escadas e quando o pé toca o chão durante a corrida.

A tendinite acontece por diversos motivos como: grau elevado de genuvalgo, pés pronados ou chatos, obesidade, algum problema que deixe o joelho mais instável (como artrose, por exemplo), praticantes de esportes que não fazem preparo físico direcionado, encurtamento severo dos músculos posteriores da coxa. A dor é sentida na parte interna da perna logo abaixo do joelho, principalmente ao flexioná-lo, ao toque do calcanhar no chão durante a marcha e ao subir e descer escada.

Um dos motivos que levam ao estresse do joelho é a falha na musculatura lateral do quadril. Esses músculos são os principais responsáveis por manterem o joelho alinhado.

O tratamento fisioterápico em fase aguda consiste em controlar a inflamação e diminuir a dor com crioterapia, ultra-som, laser e acupuntura, por exemplo, mas todos esses recursos são paliativos e não solucionam o problema. É essencial tratar a causa mecânica com foco na diminuição da instabilidade e melhora no alinhamento do joelho e reorganização da marcha.

Para tratar e prevenir, é preciso treinar os músculos do quadril, principalmente o glúteo médio.

Essas dicas podem ajudar, mas tenha em mente que elas são superficiais e cada caso exige um diagnóstico e tratamento específico, sempre acompanhado de um médico e fisioterapeuta.

Cleci Rojanski (crefito 101525)

 

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A Importância de dar MOVIMENTO ao Corpo

Os movimentos do corpo humano são muito importantes e influenciam diretamente o comportamento das pessoas.

Para cuidar da saúde, tendemos a pensar nos mecanismos palpáveis para prevenir doenças e melhorar os sistemas de defesa do organismo. Esses mecanismos se baseiam em alguns pilares para se manter o equilíbrio (homeostase) do corpo. E para que esse equilíbrio seja alcançado, devemos seguir todas aquelas dicas de saúde que sempre ouvimos falar: praticar exercícios, ter boa alimentação, dormir bem, evitar preocupações e stress, etc. O próprio nome ‘equilíbrio’ já dá a deixa: o movimento é necessário, mas nem de menos e nem demais.

De certa forma, o corpo humano pode ser comparado a uma máquina perfeita, que necessita de energia, ou seja, combustível, para executar seus movimentos e atividades. Durante o movimento, as pessoas transformam energia química em energia mecânica e, por isso, são capazes de andar, correr, pular, dançar, etc.

Os movimentos também estimulam muitos processos psicológicos, além da temperatura corporal e a produção de hormônios. Dessa forma, podemos dizer que o movimento humano é um processo complexo, que envolve todos os sistemas, músculos e nosso esqueleto. No total, são mais de 200 ossos e 600 músculos trabalhando intensamente para que possamos nos movimentar.

O funcionamento do corpo acontece graças a um equilíbrio dinâmico.

Movimento é vida e, por isso, devemos evitar o sedentarismo. Com atividades físicas regulares, conseguimos ter uma vida saudável e um rendimento físico aprimorado.

 

Cleci Rojanski – CREFITO 101525

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Postura Corporal X Gordura Localizada

Quando a gordurinha localizada começa a incomodar, imediatamente pensamos nas dietas alimentares e nas atividade físicas.

Mas o que pouca gente imagina é que existe um outro fator além do sedentarismo e dos abusos na alimentação que pode influenciar diretamente na formação dos temidos pneuzinhos.

Trata-se da postura corporal, que quando inadequada, pode colaborar bastante com as disfunções estéticas corporais.

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Segundo os especialistas, desvios na coluna podem ocasionar o acúmulo de gordura na região de abdômen, flancos e quadril.

Quando existe a alteração postural, é importante a correção junto ao profissional especialista, pois caso contrário o tratamento estético pode não atingir o resultado esperado.

Um exemplo são os casos de hiperlordose, onde existe uma curvatura mais acentuada na região lombar, o que acaba provocando um protusão do abdômen, evidenciando a gordura ali acumulada, além da possível flacidez muscular nessa região. Pesquisas também já comprovaram que esse desvio altera o espaço entre as vértebras, provocando a diminuição de circulação sanguínea e o acúmulo de líquidos na região, favorecendo também o aparecimento da temida celulite.

 

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Retroversão: quadril “encaixado”, com possível flacidez de pele e muscular na região glútea e acúmulo de gordura na região de prega glútea.

Nesses casos a reeducação postural pode ser uma associação fundamental aos tratamentos estéticos, através de técnicas como RPG (Reeducação Postural Global), Pilates, ou exercícios de alongamento.

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A prevenção também é importante, e pode ser realizada através da correta orientação e avaliação profissional para indicação adequada de atividades conforme sua condição física, evitando assim lesões e contribuindo para o fortalecimento muscular e manutenção de uma postura correta.

exercicioPor isso, quando pensar em iniciar uma dieta ou em abandonar o sedentarismo para melhorar o contorno corporal e a aparência estética, é importante consultar um profissional competente pois, nos casos de alteração postural, será necessária essa orientação adequada para que se consiga os resultados esperados.

 

Carolina Martins – Técnica em Estética

Cleci Rojanski – Fisioterapeuta (Crefito 101525-F)

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Fascite plantar/Esporão de calcâneo

O esporão no calcanhar consiste em um acúmulo excessivo de cálcio debaixo do pé, que provoca o desenvolvimento de uma pequena saliência de osso que pode causar a inflamação da fáscia plantar, resultando em dor intensa.

Assim, embora o esporão não provoque qualquer tipo de sintoma, pode-se suspeitar desse diagnóstico quando a fáscia plantar está inflamada, isto é, quando surge uma dor intensa de baixo do pé, em forma de pontada, que piora quando se caminha, corre ou salta por exemplo, voltando a desaparecer depois de estar algum tempo em repouso.

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Causas do esporão no calcanhar

O esporão no calcanhar surge devido ao acúmulo de cálcio debaixo do pé ao longo de vários meses, que pode acontecer devido ao excesso de pressão sobre o mesmo local ou devido a lesões repetitivas nos músculos, ligamentos ou fáscia plantar. Assim, o esporão é mais comum em atletas que fazem atividades que incluam correr muito ou saltar constantemente, por exemplo.

No entanto, outros fatores de risco incluem:
•Ter uma deformidade do pé;
•Correr ou caminhar em superfícies muito duras;
•Utilizar sapatos inapropriados;
•Ter excesso de peso.

Estes fatores de risco aumentam a quantidade de pressão sobre o calcanhar e, por isso, podem levar a lesões que facilitam a acúmulo de cálcio e, consequente, desenvolvimento de um esporão no pé.

Tratamento e Cuidados 

A fisioterapia é a principal arma para tratar a fascite plantar. Ela deve ser realizada com frequência e persistência. Um bom programa de alongamento da panturrilha e do pé é essencial, além da orientação fundamental ao paciente para realização desses exercícios diários em casa.

O controle do peso corporal é importante e ajuda a diminuir o stress sobre a fáscia plantar, além de propiciar melhor condição física para realizar os exercícios fisioterapêuticos.
Pode ser utilizado uma órtese noturna ao nível da perna e do pé  “Night Splint” para manter o alongamento da fáscia plantar e da musculatura posterior durante a noite. Essa órtese melhora consideravelmente a dor matinal, a forte dor que ocorre nos primeiros passos da manhã.

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A dor provocada pelo esporão no calcanhar pode ser aliviada através de tratamentos simples, que incluem o uso de palmilhas ortopédicas ou alongamentos do pé. A cirurgia da fascite plantar representa a última opção de tratamento.

 

Cleci Rojanski (fisioterapeuta) CREFITO 101525-F

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Fisioterapia e Pilates no Tratamento de Artrose

Artrose ou osteoartrose é o nome dado ao processo de degeneração (deterioração) da cartilagem, fazendo com que aja uma diminuição, podendo chegar à perda total, do espaço existente entre os ossos das articulações.

As funções principais da cartilagem são: garantir o deslizamento das superfícies articulares entre si de maneira suave e sem atrito, suportar as pressões pelas articulações e a distribuir de maneira uniforme as pressões intra-articulares.

A artrose pode surgir em qualquer articulação, sendo as mais comuns: os dedos, os ombros, os quadris, os joelhos (também chamadas de gonartrose) e a coluna vertebral (também conhecidas como “bico de papagaio”), principalmente nas regiões cervical e lombar, por terem maior mobilidade.

Tratamento fisioterapêutico:

A fisioterapia é indica objetivando também a diminuição dos sinais e sintomas com o uso de todos os recursos terapêuticos existentes. O uso de aparelhos como tens, ultra-sons, ondas curtas, laser, bolsas de gelo ou de calor, são algumas das opções de tratamento para diminuir a dor e a inflamação. As técnicas manuais como alongamentos e mobilizações articulares são de grande importância para manter as articulações devidamente irrigadas e alinhadas.

Como o Pilates pode ajudar no tratamento:

Dentre os recursos terapêuticos da fisioterapia, o profissional devidamente habilitado, pode lançar mão do Método Pilates, para reabilitação desse paciente. Os exercícios devem sempre respeitar as limitações de cada um, como a amplitude e dores articulares, e a intensidade da resistência das molas a ser vencida quando forem utilizados os aparelhos ou faixas elásticas. É importante que o grupamento muscular em torno da articulação envolvida seja alongado e fortalecido na intenção de diminuir o contato entre as superfícies ósseas e, conseqüentemente, a pressão intra-articular e a dor.

No Pilates há vários exercícios que podem ser realizados sem sobrecarga, favorecendo com isso, a articulação atingida e facilitando a execução do movimento sem desconforto. O profissional deve está sempre atento e corrigir, sempre que necessário, a postura do aluno evitando compensações desnecessárias que podem prejudicar tanto a articulação em questão como qualquer outra.

Algumas pessoas que, por apresentarem um estágio muito severo da artrose, não respondem mais aos tratamentos convencionais e paliativos; para esses casos, existe a indicação de cirurgia para a colocação de uma prótese parcial (onde ocorre a substituição de apenas uma superfície óssea da articulação em questão) ou uma prótese total (onde a substituição é de toda a articulação envolvida). Então, após a liberação médica, o paciente precisa voltar às sessões de fisioterapia para que sua função seja restaurada.

Por Cleci Rojanski (fisioterapeuta instrutora de Pilates) Crefito 101525-F

 

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Condromalácia Patelar

A Condromalácia patelar consiste em uma patologia degenerativa da cartilagem patelar e dos côndilos femorais correspondentes. Trata-se de uma espécie de amolecimento desta cartilagem pelo atrito incorreto contra os côndilos do fêmur. Ocorre um desconforto e dor ao redor ou atrás da patela. Já o termo mais genérico, síndrome da dor patelo-femural, se refere aos estágios iniciais dessa condição, na qual os sintomas ainda podem ser completamente revertidos.

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Sintomas da Condromalácia patelar

Os principais sinais da patologia são:

– Inchaço por baixo da rótula do joelho;

– Dor constante no meio do joelho;

– Dor durante uma corrida, ao descer ou subir escadas e ao ficar muito tempo sentado.

A condromalácia patelar pode ser classificada em quatro níveis distintos, daí a necessidade de um tratamento o mais breve possível para que a cartilagem não fique inteiramente desgastada, culminando em sua perda total.

GRAU I : amolecimento da cartilagem e edemas
GRAU II : fragmentação e fissura da cartilagem em uma área menor ou igual à proximadamente 1,5 cm
GRAU III: fragmentação e fissura da cartilagem em uma área maior ou igual à aproximadamente 1,5 cm
GRAU IV: erosão ou perda da cartilagem articular com exposição do osso subcondral

Tratamento:

Não há um protocolo rígido de tratamento. É importante analisar o grau da lesão adquirida e se direcionar às causas, sempre tentando reequilibrar o alinhamento da patela, inicialmente através de tratamento fisioterapêutico.

A Fisioterapia pode auxiliar, especialmente, no fortalecimento de alguns músculos e de exercícios que enfatizam o alongamento. Músculos fortes permitem que o joelho tenha boa estabilidade, além de tornar atividades muito exigentes para o joelho, relativamente, mais leves. O treinamento de força também fortalece a cartilagem, deixando-a mais resistente aos possíveis desgastes. Mas esse tratamento fisioterapêutico deve ser sempre baseado numa avaliação detalhada de todos os fatores que podem estar relacionados ao desenvolvimento da condromalácia, podendo associar a métodos analgésicos e antiinflamatórios.  Em casos graves muitas vezes é necessário tratamento cirúrgico.

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O PILATES age de forma fantástica no alinhamento patelar, bem como na estabilização do quadro da condromalácia. Já que um dos grandes alicerces do método é o fortalecimento e estabilização dos músculos centrais do corpo aliada às técnicas que potencializam a respiração e seus benefícios, atingindo assim, o objetivo do aluno através do equilíbrio muscular.  No caso da condromalácia patelar são inclusos exercícios de potência, força, alongamento e mobilização do membro inferior, sempre com o cuidado de evitar sobrecarga na articulação em questão.

Cleci Rojanski (Crefito 101525-F)

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Síndrome do Túnel do Carpo

TunelDoCarpoSíndrome do túnel do carpo é uma neuropatia resultante da compressão do nervo mediano no canal do carpo, estrutura anatômica que se localiza entre a mão e o antebraço. Através desse túnel rígido, além do nervo mediano, passam os tendões flexores que são revestidos pelo tecido sinovial. Qualquer situação que aumente a pressão dentro do canal provoca compressão do nervo mediano e a síndrome do túnel do carpo.

Causas

A causa principal da síndrome do túnel do carpo é a L.E.R. (Lesão do Esforço Repetitivo), gerada por movimentos repetitivos como digitar ou tocar instrumentos musicais. Existem também causas traumáticas (quedas e fraturas), inflamatórias (artrite reumatóide), hormonais e medicamentosas. Tumores também estão entre as possíveis causas da síndrome.

 

Os principais sinais e sintomas da síndrome do túnel do carpo incluem:
Dormência ou formigamento do polegar e dos dois ou três dedos seguintes, de uma ou de ambas as mãos
Dormência ou formigamento da palma da mão
Dor que se estende até o cotovelo
Dor no punho ou na mão, de um ou dos dois lados
Problemas com movimentos finos dos dedos (coordenação) em uma ou ambas as mãos
Desgaste do músculo sob o polegar (em casos avançados ou de longa duração)
Movimento de pinça débil ou dificuldade para carregar bolsas (uma queixa comum)
Fraqueza em uma ou ambas as mãos.

Tratamento

O tratamento leva em conta o grau de comprometimento da doença. Se for leve, indica-se a colocação de uma órtese para imobilizar o pulso e o  médico pode prescrever o uso de antiinflamatórios.  Outra parte do tratamento foca no alívio da inflamação e pressão no nervo:

• Restringindo o uso da mão ou mudando a maneira de utilizá-la.

• Usando uma tala para dormir e para fazer atividades manuais.

• Fisioterapia analgésica com eletroterapia e exercícios de fortalecimento.

Esgotadas as possibilidades de tratamento clínico, é indicada a cirurgia.

Recomendações

Faça as adaptações ergonômicas necessárias em sua área de trabalho e estudo.
Se possível (se não fizer uso para trabalho) diminua a utilização do celular.
Faça pausas frequentes durante o dia para que seus músculos descansem e aproveite para alongar a região.
Evite pegar pesos desnecessários.
Manter uma atividade física é importante, pois músculos alongados e flexíveis dão suporte ao corpo e ajudam a evitar forças lesivas.

Cleci Rojanski (Crefito 101525-F)

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